Versejos.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Um conto bobo e tal.


O ano era 2012 quando uma estrela resolveu abrigar-se nos ares do lindo céu de um município de diminutas proporções no sertão baiano. Os propósitos da cintilante estrela era o de abrilhantar a cidadezinha baiana e toda a sua gente, bem como trazer esperanças de dias mais claros, de dias de luz.

A estrela foi recepcionada com entusiasmos pelos olhares esperançosos daqueles que amavam a terra e que queriam no futuro serem conduzidos por aquele astro de luz.

Aos desejosos de uma terra estagnada e de vivências futuras em sombras o estar da estrela no céu não lhes agradou os olhos. Queriam a qualquer custo ofuscar-lhe o brilho. 

A estrela não se intimidou muito. Atreveu-se, pois, a instalar-se naquele céu e a fazer resplandecer todo o seu ínsito fulgor. Seus intentos restaram feitos.  A grandiosidade da luz que imanava irradiou a muitos. Alguns dos que a rejeitaram de início não puderam resistir a beleza luminosa dos seus bons propósitos. Passaram a admirá-la também.

Os que com ela se incomodavam passaram a comportar-se a modo odioso. Começaram a disseminar fofocas e boatos sobre a estrela e seus seguidores. O engraçado é que quanto mais fabricavam histórias mais brilho a estrela conseguia. Era a mágica que medrava a acontecer todos os dias naquela pequena e pacata cidade. Todo mundo quedava-se impressionado com aquele espetáculo.

Certa vez brincaram de dizer que a estrela era principiante e nova demais para resplandecer tanto. Bobos que são, estrela só por ser estrela já sabe bem como brilhar grande, e vasto, e bonito. 

Já numa outra oportunidade invetaram o sequestro do ingênuo cidadão da bicicleta. Cidadão da bicicleta, caro leitor, é o nome de uma pessoa de bem sem muitas malícias e que não é contaminado pelas artimanhas de uma política suja, mas que deixou-se influenciar pela conversa dos que só sabem venerar as inverdades. A estória era tão cheia de "furos" que sequer deu-se o trabalho de render prosperar. O teatro dos incomodados mais uma vez falhou.   

Chegaram a lançar mão de algumas tantas artimanhas para escamotearem seus verdadeiros propósitos: destruir a imagem da estrela. Mas não conseguiram. Jamais conseguirão!

Quando algum deles voltar a dizer por aí que a estrela e seus seguidores são só derrotados chorosos, não acreditem caros leitores. A estrela continua a brilhar e a perseguir os seus propósitos tal qual os cometas que seguem firmes na sua trajetória. E um dia, a estrela viajante que o céu já tem, há sim de encontrar o seu porto seguro ao lado do povo, ao lado de todos que anseiam pela luz da transformação.

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