Versejos.

sábado, 1 de junho de 2013

Lembranças e saudade.

Vez ou outra ofereço-me entregue a fugas repentinas e a intermináveis devaneios; revisito minhas memórias e as primeiras e mais gratas lembranças que me acolhem dizem dos bons velhos tempo da minha época do colegial. Talvez essa tenha sido a época mais incrível da minha vida; talvez não, certamente que sim. Era um tempo outro, tão farto em ingenuidades, travessuras, candura e tantas besteiras. Sempre que volto ao tempo de agora chego cheia de saudades e com um aperto enorme no peito. Meus olhos lagrimam náufragos e eu simplesmente emudeço. A nostalgia me dói de um jeito que não sei como explicar, mas jamais, jamais me furto a essas lembranças, pois que gosto do que elas me devassam, do que elas me confessam, do que elas me dizem e desdizem. Regojiza-me os sentidos vê-las remanescerem assim: intactas em mim.

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